August 2010
#8
hoje fecho um capítulo da minha vida. tudo o que de bom ficou foram sorrisos. os meus. os vossos. foi tudo monstruosamente bom. obrigada.
#7
“Foi aos trinta e seis anos de idade que eu me senti eternamente jovem, quase imortal ou, mais arrepiante ainda, indiferente à própria ideia de morte. E, se eu era jovem, tu a meus olhos, eras a própria juventude. Tudo em ti, não apenas os teus absurdos vinte e um anos: a própria maneira um pouco estouvada de caminhares, como se ainda não tivesses aprendido bem a andar, a maneira de...
#6
Certo dia. Manhã de sol. Fins primaveris. Ela encontrou-o por volta das dez da manhã perto da escola, a fumar o seu cigarro de enrolar, Bem enrolado como já é hábito. Ela também fumava uma pequena ponta de um Marlboro Light que tinha cravado com a sua audácia a alguém que estava a passar na rua, à saída do metro. “A que horas entras?” perguntou-lhe. “Às dez e...
#5
ás vezes penso que nada disto existe. penso que as pessoas não são pessoas, nem as coisas são coisas. tudo isto, é apenas. algo. que não sei descrever.
#4
a vida é feita de castelos de areia.
http://www.stereomood.com →
estou numa relação amorosa com este site.
#3
- queres fugir comigo? - quero. - então iremos fugir. para paris. - não temos dinheiro para viver. - mas temos amor… e uma torre eiffel.
#2
Quinta-feira, 17 de Maio de 1984 Querida Violeta, Como tens passado? Por aqui os dias continuam os mesmos, a aldeia continua a mesma, tal como a deixaste. As pessoas parecem nem ter reparado na tua ausência. A vida delas é monótona comparado ao que a tua é agora. Continuam a reunir-se no largo da igreja para a missa das sete. E o sino toca. Toca como se nunca cá estivesses estado, com a simples...
#1
tenho saudades de escrever sobre o amor e este monstro tem uns olhos bonitos.